sexta-feira, 22 de março de 2019

Postura: Grupo mineiro divulga o videoclipe de “Repúdio”

A banda Postura de Itabira- MG divulgou seu mais novo trabalho, o videoclipe da faixa “Repúdio”.


O vídeo foi produzido por Park Filmes e obteve a direção, edição e color grading por Esdras Vínicius além do teaser de Renan Reis em parceria com o mesmo. A masterização e mixagem foram produzidas por Policarpo Ribeiro e a produção musical por Liniker Moura.

Presente no Ep “Interior”, a canção alterna o instrumental entre Metal Alternativo e HC Meóldico, possuindo linhas de guitarras técnicas e coesas com uma composição que remete a prisão psicológica e os resquícios desse transtorno comportamental que é personificado durante a letra.

Foto 1: Gustavo Dantas
O grupo mineiro possui em seu portfólio materiais como os Eps “Resistir e Sempre Acreditar”, “Marta” e o recente “Interior”. A banda já conhecida nos palcos do Hardcore de Minas, começou o projeto em 2008 e sempre traz em suas questões o descontentamento, a revolta social e letras de cunho existencial aos quais explicitam em suas performances.

Formação Atual:
Van Basten Moura (Vocal)
Liniker Moura (Baixo)
Policarpo Ribeiro (Bateria)
Alex “Baraka” (Guitarra)

Plataformas Virtuais:



quinta-feira, 21 de março de 2019

Spiritual Devastation: A qualidade se personifica em “Welcome To The War”


Na última quarta-feira (20), a banda lageana de Thrash Metal Spiritual Devastation divulgou “Welcome To The War”, o seu primeiro videoclipe.



O trabalho ingressa numa cadenciada introdução que cede lugar a solos harmônicos e então começa a pancadaria. O Thrash sem firulas é personificado nos vocais firmes e rápidos de Guilherme Alberge e na celeridade habitual do instrumental.

O vídeo foi feito no Otacílio Rock Festival pela DonMaker Filmes de Lages- SC e traz registros e fotos da apresentação dos músicos no evento. A canção ressalta críticas ao cristianismo e seus dogmas através de questionamentos como em “Welcome To The War, Inquisition Will Return?”, além de fomentar a guerra e destruição que isso causa.

Foto 1: Facebook da Banda
A banda Spiritual Devastation tem o som calcado nos pilares do Heavy metal tradicional e do Thrash oitentista, nomes como Iron Maiden, Exodus, Megadeth e Testament são referências para a sonoridade dos mesmos. A banda recentemente divulgou seu primeiro álbum “War And Peace” e anunciou o baixista Thiago Tigre como novo integrante.

Formação Atual:
Guilherme Alberge de Souza (Vocal/Guitarra)
Thiago Tigre (Baixo)
Marquinhos (Bateria)

Plataformas Virtuais:


terça-feira, 19 de março de 2019

Dead Jungle Sledge: "Overlord" marca o primeiro trabalho do grupo

O grupo Dead Jungle Sledge de São Joaquim- SC divulgou seu primeiro trabalho, trata-se da canção “Overlord” disponibilizada nas plataformas virtuais dos músicos.



A música mantém uma alternância de riffs, e é nítida a presença de influências de New Metal e Metal Moderno na sonoridade. O instrumental é bem encorpado, ganha força no frenético solo no meio da faixa. O trabalho feito de maneira independente estará disponível no álbum “Unmask”, ainda sem prazo de difusão.

“Overlord” em sua composição trata sobre questões psicológicas e comportamentais dando enfoque na falta de controle, no nervosismo e consequentemente no que isso causa.

A Dead Jungle Sledge é um power trio que surgiu no final de 2016 na cidade de São Joaquim- SC e tem como referências bandas como Alice in Chains, Black Sabbath, Black Label Society, Deftones, Down, Pantera e Sepultura. 


O grupo passou por alguns problemas, como um acidente doméstico com o guitarrista Gabriel, o qual perdeu metade do seu dedo mínimo da mão esquerda. Esse fato fez com que os músicos revessem o futuro e como consequência, o guitarrista decidiu trocar o lado e aos poucos voltou a se adaptar com a rotina do grupo.

Foto 1: Facebook da banda

 Formação Atual:
Gabriel Marca (Vocal/Guitarra)
Lucas Gomes (Vocal/Baixo)
Vinícius Pagnussat (Bateria)

Plataformas Virtuais:


segunda-feira, 18 de março de 2019

Laguna Metal Fest: A força do Sul Catarinense expressa em um festival

O Sul Catarinense tem em sua essência, a proximidade com o litoral, a conexão com o RS e uma economia baseada no desenvolvimento da cerâmica, metalurgia, descartáveis, entre outras fontes. Mas não só essas áreas que movimentam a região, o nicho cultural está muito bem representado. O organizador Danniel Bala está acostumado a criar eventos e fortalecer a cena da Amurel. Em seu portfólio estão o Agosto Negro Produções, o Laguna Metal Fest e o Tubarão Metal Fest.

Foto 1: Facebook do Evento
A sétima edição do Laguna Metal Fest irá mesclar ritmos e trazer a pluralidade musical como lema. No evento que acontecerá dia 27/04, se apresentarão dez bandas, divididas entre os três estados do Sul-Brasileiro. O local para a exibição do festival é o tradicional Clube de Campo em Laguna- SC que contará com uma ampla estrutura, bar e praça de alimentação.

A banda Imperiuos Malevolence vem de mais longe, no entanto nada que atrapalhe os paranaenses. O grupo traz consigo o Brutal Death Metal com pitadas de Thrash Metal oitentista. Os músicos possuem em sua bagagem cinco full length, o homônimo “Imperiuos Malevolence”, “HateCrowdead”, “Where Demons Dwell”, “Doomwitness”, além do mais recente “Decades Of Death”.

Segunda proveniente de fora do estado, é a Cerberus de Torres- RS. Os músicos já conhecidos pelo público catarinense, pretendem trazer o seu tradicional Heavy Metal. Desde 2009 na ativa, o grupo já abriu para bandas como Hibria, Dr Sin e Paul D’ianno, além de já ter participado do Steel Festival em Criciúma.

A Posthumous é uma das headliners do evento, os criciumenses aos poucos voltam a se estabelecer no cenário catarinense. Depois da caótica apresentação no OTA, os músicos mostraram que a intersecção entre gerações fez bem para a sua sonoridade. E as tradicionais canções do “My Eyes They Bleed”, assim como as novas músicas estarão no setlist do grupo.

Syn Tz é um nome que gradativamente se expande no cenário de SC. Os balneariocamboriuenses tem como principal fator, a agressividade e a celeridade que ativam um compressor instrumental. Para ouvir o som do grupo, cabe destacar o primeiro disco para difusão “Heavy Loud”.

A Raging War caminha entre Brusque- SC e Florianópolis- SC, a cada show apresentado, se mostram ainda mais incessantes, os riffs técnicos se estendem a uma atmosfera caótica que lustram o instrumental para a destruição anunciada.

De Timbó- SC, a Volkmort é um dos ícones do Metal Catarinense. Com 14 anos de trajetória, o grupo se faz presente em casts nos grandes festivais do estado, isso se dá pela solidez e coesão de riffs totalmente crus. A banda é caracterizada por um Death/Doom Metal e tem em sua discografia, dois eps, o “Supreme Evolution Of Fear”, e o “The Beginning Of Fear”.

Representante de Laguna- SC, o grupo de Thrash Metal Alkanza é um dos principais nomes do litoral. A banda aos poucos mostra gradativa evolução e recentemente difundiram o disco “Caos Codificado” que contém dez canções e está disponibilizado nas plataformas virtuais dos músicos.

Com uma sonoridade ímpar, influências diversas e músicos experientes na cena, a banda As The Palaces Burn de Criciúma já tem alguns materiais divulgados, como “The Devil’s Hand” que estará presente no primeiro trabalho do grupo, ainda sendo desenvolvido.

A Obscurity Vision quebra o estereótipo de que “cidade litorânea só tem Reggae”, os músicos originários do Balneário Rincão- SC impõe um Death Metal cru e com pitadas de Black Metal. Com 22 anos de atividade, eles têm como difusão uma demo chamada “Obscurity Creation” e o primeiro full length “Dark Victory Day” divulgado em 2017.

A Ozz Doctor Tribute veio para cadenciar o evento e fazer releituras de um dos maiores cantores mundiais, Ozzy Osbourne.

Para a cobertura do evento, os encarregados a registrar o festival são as mídias Cultura Em Peso, O Subsolo, Rifferama, Underground Extremo e Urussanga Rock Music, além é claro, do apoio cultural do Metal ‘n’ Roll.

Os ingressos para a entrada do fest são simbólicos, no primeiro lote disponível até 23/03 R$35,00, no segundo até 26/04 a R$ 40,00 e no dia do evento a R$50,00. Compartilhem, divulguem, curtam, compareçam e ajudem a valorizar o cenário do Metal brasileiro.


domingo, 17 de março de 2019

Statues On Fire: Marielle é lembrada através de novo single

A banda paulista de hardcore Statues On Fire, divulgou nessa semana o seu novo single “Marielle” nas plataformas virtuais. A música estará presente no álbum “Living in Darkness” que será lançado dia 12 de maio.  O trabalho foi mixado e masterizado por Marcello Pompeu e Heros Trench no Mister Som Studio em São Paulo.



Há um ano, a morte da vereadora Marielle Franco chocava o país, a edil fora brutalmente assassinada juntamente com seu motorista Anderson Gomes. A partir disso, encobrimento de suspeitas, falhas na investigação e um processo lento para concluir a mesma levou a todos a uma nova forma de percepção sobre o acontecimento. Marielle lutava pela igualdade social, defendia as minorias, direitos lgbtq+ e era uma grande figura da comunidade negra e periférica.

No início da semana passada, foram presos os acusados por matar a vereadora. Com falta de algumas explicações, família política importante entre os conhecidos do mesmo, além do descaso pelo falecimento de uma figura importante no movimento social, as pessoas passaram a ter cada vez mais desconfiança com a história apresentada. Ao passo, de mostrar e evidenciar o que acontecera até então, os músicos da Statues On Fire decidiram demonstrar sua indignação com o caso.  

A canção exibe um hardcore veloz, síncrono e rápido, através disso traz um instrumental sólido e técnico. O lyric vídeo possui a tradução em português para quem ouvir possa acompanhar a música e entender seu significado.

A Statues On Fire é um projeto que foi formado em 2013 na cidade de Santo André – SP. O grupo já possui materiais difundidos como os álbuns “Phoenix” e “No Tomorrow” além de contar com três turnês internacionais.

Foto 1: Facebook da Banda

 Formação Atual:
André Alves (Vocal e Guitarra)
Lalo Tonus (Baixo)
Régis Ferri (Guitarra)
Alex Silva (Bateria)

Plataformas Virtuais:


sábado, 16 de março de 2019

Desobedeça: A transgressão antifascista foi anunciada

Com o avanço do conservadorismo e de práticas neofascistas, o antifascismo tornou-se uma válvula de escape para frear o reacionarismo e o preconceito em geral. Na cidade de Itapira- SP, o cenário do Metal é forte, nomes como Alternative System, Céu Em Chamas, Enema Violence, HellCat Empire, Nunca, Take Me Back, entre outros.

E a partir de uma junção de integrantes dessas bandas, Alemão Pompeu, Anderson, João e Rafael Coradi se reuniram para desenvolver um projeto. A Desobedeça foi criada baseada no Punk/HC Melódico com influências de Bad Religion, Pennywise, Strike Anywhere, NOFX, No Use For A Name, Dead Fish, entre outras referências.

Foto 1: Bandcamp da Banda
Em fevereiro de 2019, munidos pela vontade de divulgar seu material, os paulistas lançaram “Tenho Pressa”. Um Ep contendo quatro canções, sendo elas “Construindo Pontes”, “Máquina do Estado”, “Tenho Pressa” e “Indecisões”. O trabalho foi gravado de dezembro a fevereiro e obteve captações diferentes, entre o Estúdio Batcaverna, Viés Estúdio e o Soul Rebel Home Estúdio. A parte visual do material ficou por conta do baixista João e a distribuição do mesmo por conta da Nuna Records.

A primeira faixa é “Construindo Pontes” que é caraterizada por um instrumental rápido e constante. A letra fala sobre empatia, de lutar pelas minorias e de construir pontes para a união.

Com 02:27min, “Máquina do Estado” é a mais curta da demo. A música enfatiza “Os valores para quem?”, ela faz com que possa formular uma interpretação sobre vender a sua força de trabalho por miséria e exibe a hipocrisia dos discursos do Estado para a massificação.

Um petardo nos ouvidos, a homônima “Tenho Pressa” expressa riffs cadenciados, um solo na parte final e uma composição movida por questões existenciais, pela pressa e pela ansiedade que toma conta do sujeito da canção.

Para encerrar o EP, a mais longa “Decisões” traz um instrumental bem trabalho, riffs céleres e um vocal síncrono. A letra ressalta a liberdade e sobre as decisões a serem tomadas.


Foto 2: Bandcamp da banda
Formação Atual:
Alemão Pompeu (Guitarra)
Anderson (Vocal)
João (Baixo)
Rafael Coradi (Bateria)

Plataformas Virtuais:


domingo, 10 de março de 2019

Os Neurolépticos: O Punk Rock de Nova Veneza- SC continua vivo

Criada em 2014, Os Neurolépticos é um dos maiores nomes do Punk Rock do sul catarinense. Os músicos trazem consigo letras com temáticas regadas a álcool, cotidiano e vivência, além de trazer uma mescla com o Rock n Roll. Confiram a entrevista abaixo:

Foto 1: Facebook da Banda. 

Primeiramente, agradecemos a disponibilidade pela entrevista. Como foi o processo de criação da banda Os Neurolépticos?

R: A banda surgiu em 2014, sempre com os mesmos músicos, porém com vários vocalistas ao longo do tempo. A partir de meados de 2015 o João Ronconi assumiu os vocais e a formação segue a mesma desde então.

Quais são as maiores influências musicais para o grupo?
R: Ramones, Sex Pistols, Replicantes, Garotos Podres e similares.

Vocês têm muitas músicas autorais, tais como “Dependência”, “Cachaça”, “Encarnação”, “Porcão”, “Pulo do Gato” e “Periferia”. Essas canções estão em algum material? E há outras novas que já reproduzem nos shows?
R: Apesar de já termos quatro músicas gravadas, não existe ainda um álbum organizado. Várias outras músicas autorais dos Neurolépticos fazem parte dos shows, e estas ainda precisam ser gravadas.

A cena de Nova Veneza- SC tem nomes como Trypanossoma Cruzi, Vira Latas, Ventríloquos, entre outras bandas. Como que se desenvolve o cenário na região? Há parceria entre as bandas?
R: Nova Veneza sempre foi uma cidade muito “musical”, por conta principalmente da tradição italiana. Não existe um estudo, mas acredito que seja o município com o maior número de bandas “per capita” da região. Existe parceria, com festivais e apresentações conjuntas em diversos ambientes de Nova Veneza e outras cidades.

Quais os principais festivais e eventos que se apresentaram.
R: Diversos eventos no Bar do Galo, Texugo’s Pub, Maverick Bikers Pub, Poço do Caixão, Festa da Gastronomia de Nova Veneza e outros.

Os novos projetos do grupo.
R: Gravar mais músicas!
  
O porquê do nome Os Neurolépticos?
R: Muitas das músicas autorais têm temática introspectiva, geralmente retratando indivíduos com conflitos mentais, psicológicos e sociais. Os remédios usados no tratamento desse tipo de doença chamam-se psicotrópicos ou –Neurolépticos–. “O remédio para a cabeça” é um nome sugerido para o nosso primeiro álbum.

Plataformas Virtuais.


Formação Atual:
R: Eduardo (Tabaco) [Bateria]
Everaldo (Vera) [Baixo]
André (Paçoca) [Guitarra]
João (Cabelo) [Vocal]

Um recado para quem nos acompanha.
R: Um abraço, e muita cachaça!


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