terça-feira, 27 de setembro de 2016

Apicultores Clandestinos

Jaz aqui a banda que toca todos os instrumentos de forma psicodélica e alucinante.



Com certeza se for enumerar todas as características da Apicultores Clandestinos, faltaria espaço, pois elas são muitas. O grupo surgiu no ano de 2007 na cidade de Rio Do Sul-SC que fica localizada no vale do Itajaí. O nome se deu literalmente ao trabalho dos músicos, que é a apicultura clandestina.

A identidade e o nome verdadeiro de cada integrante é oculto para tornar o espetáculo ainda mais místico e surreal. Os músicos fantasiam-se de apicultores e sobem ao palco para apresentar sua obra. O teatro fica ainda mais completo, quando os membros da banda distribuem mel com cachaça para o público e assim já exibindo o seu outro diferencial. O estilo é caracterizado por uma miscelânea de sons e ruídos, extraídos desde bandas até de situações diárias. O conteúdo das letras se destaca pela assimilação ao cotidiano, a filosofia, ao humanismo e a ovniologia, tudo isso através de muito humor e riffs marcantes. A maior parte das composições é instrumental e possui um nome icônico e consequentemente cômico.

Em 2008 a banda divulgou seu primeiro full length, denominado “Parece Mas Não É”, que conta com 14 músicas, “A História Do Acidente Sem Palavras”, “Bigode”, “Ladrãozinho De Guitarra”, "Parece Mas Não É", “Pescaria Com Lima Duarte”, “Rock Do ABC”, “Testa Magnética”, “Satanás Boliviano”, “Rap Do Fritz”, “Não Cheire Cola”, “Hey Naná”, “Chuck Norris É Feliz”, “Alice” e fecha com “Tchau João”.O álbum é recheado de músicas exotéricas, essenciais, hílare e pronominal. Seus riffs rápidos falam por si só e demonstram as peculiaridades do som proposto pelo grupo. O mesmo foi gravado no estúdio 33 em Florianópolis. Já a arte da capa ficou por conta do baixista da banda na época, Fritz.


Contudo, a visibilidade da banda aumentou e os músicos puderam adocicar com seus riffs “melosos” todos os lugares por onde passavam. Consequentemente se apresentaram em uma turnê no Chile, e lá divulgaram seu cd pela Produtora Mutante.

No ano de 2015 o grupo lançou “Astronauta do Campo”. Trabalho este que traz 11 canções, “Rage Against Javali”, "A Volta Do João Cantador", “Delinquência Natural”, “Tererê”, “Horriver”, “Polka Do Sergey”, “Fui Abduzido”, “Faixa De Gaza”, “Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Sabia”, “Roubando Na Gincana” e “Com o Passar do Tempo”.  O disco fora gravado no estúdio Ouié Tohosounds  em Florianópolis por Martin Misenta, Paulo Costa Franco e Jerônimo Gonzáles. A arte ficou por conta do cartunista Koostela.  Os músicos personificaram todas as expressões e influências no álbum. O disco é subjetivo e você mesmo pode fazer sua avaliação. O mesmo mescla instrumental com alguns vocais, através de letras com temáticas de ufologia, questões voltadas para o existencialismo, análises reflexivas e uma encantadora atmosfera psicodisléptica.



Em 2016 munidos por um ideal sapiente, o Fundo Municipal de Cultura de Rio Do Sul elaborou um projeto intitulado “Tributo A Nós Mesmos”, onde consiste em lançar uma coletânea em forma de vinil, de quatro bandas rio-sulenses, Costeletas, Liss, Apicultores Clandestinos e Homem Lixo. Cada uma delas gravou dois sons próprios e fez uma versão das bandas que estão na coletânea. A ideia foi muito bem recebida e mostrou a cultura musical da cidade com bandas distintas umas da outras compartilhando o mesmo ideal, transpassar o seu material autoral.





A Apicultores Clandestinos já se apresentou por duas vezes no município de Urussanga.

Atualmente o grupo está em processo de composição de novas canções.

A banda é composta por Mussum, Borto, Marroney e Mc’Lane.

As plataformas virtuais estão abaixo:


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