quarta-feira, 31 de maio de 2017

Prosathanus - "In Laudem Tenebrarum" (Resenha)

No primeiro semestre de 2016 na cidade de Cariacica – ES, quatro blasfemos músicos se reuniram com o intuito de propagar e transpassar os conceitos hereges, anti-judaico/cristão, luciferianos e pagãos, assim fora formada a Prosathanus.




Logo no surgimento, o grupo pode adquirir grandes elogios advindos da cena do metal negro brasileiro e com isso fomentaram a ideia de divulgar um álbum, e então no mês de julho o projeto tomou corpo e lançaram o EP “In Laudem Tenebrarum” onde foi gravado no Estúdio A2 em Vila Velha – ES. A arte ficou por conta de Arildo Euzébio Brandão e o design por Anderson Amorphis.

O material conta com seis músicas e nelas ressalta-se uma peculiaridade e agressividade anormais.

Com 01:21 min, a “Intro” ingressa com um exorcismo percorrendo toda a canção. O mesmo é evidenciado de forma obscura e sombria.  

A segunda faixa “Névoa Obscura” mantém o clima soturno, seu instrumental encorpado com riffs brutais e céleres, além do vocal rasgado de Hæreticvs Vocem mostram a rispidez sonora. A composição personifica em detalhes a tortura sangrenta feita pelo poder oculto ao nazareno imundo em uma névoa tenebrosa e impura.

“Profanos Guardiões” lembra muito o Raw Black Metal, instrumental bem técnico e polido expondo uma letra subversiva ressaltando os guerreiros mórbidos Astharoth, Belzebuth e Lúcifer que batalham contra a dogmática religiosa imposta no ambiente falso e clérigo denominado sociedade.

A quarta faixa do álbum, intitulada “Rex Perpetuus”, conta com um instrumental marcante, iniciado de forma cadenciada que logo atinge a brutalidade típica da horda. A temática da letra trata essencialmente dos quatro príncipes do inferno que reinam sob o comando de Lúcifer, bem como toda destruição, profanação e barbárie que trarão à Terra.

“Ritual para o Senhor das Trevas”, a quinta faixa, já se inicia com a agressividade característica que se mantem durante toda a canção. A composição traz à tona temas ocultistas, retratando de forma tétrica e sombria um rito de invocação a Satã, no qual se comtempla a presença das trevas.

O EP se encerra com “Nox Aeterna”, faixa que possui um instrumental bem trabalhado, célere e intenso, além do potente gutural rasgado que singulariza a Prosathanus. A letra trata da devoção e adoração ao Mestre das Trevas, enaltecendo toda sua fúria, odiosidade e truculência.

Formação:
Hæreticvs Vocem (Vocal)
Paganvs (Guitarra)
Mortuus Golgota (Bateria)
 Laurus Laurenficarus (Baixo)

Plataformas Virtuais:


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