terça-feira, 4 de setembro de 2018

River Rock Festival 2018: A Aliança Se Consolida (Parte 2)

Continuando a saga da divulgação das bandas presentes no River Rock Festival, o sábado começará cedo para os headbangers. Carlos Fernandes (Baterista da Khrophus) fará o seu workshop de bateria expondo técnicas e formas de utilizar o instrumento.




O teatro ingressará no palco e a arte em meio ao momento caótico em que vivemos dará sua resposta. A Casa de Orates mistura música, dança, performances únicas através do conceito Art-Rock. Os itajaienses possuem três álbuns, sendo eles o “Artesão dos Sonhos”, “Luaria” e o recente “Sr Orates”. Preparem-se para uma viagem psicodélica que percorrerá o seu existencial.

A banda Alkanza é a terceira a exibir no dia. O grupo surgiu em 2012 na cidade de Laguna e desde o início os músicos sempre caracterizaram suas respectivas músicas através de letras de descontentamento político-sociais e de protesto com riffs céleres e agressivos. Os lagunenses possuem três materiais lançados, o “Destroyed The System” difundido em 2014, o “Colonizado Pelo Sistema” de 2015 o qual possui oito faixas e o mais recente, divulgado em 2017, o álbum “Céu da Boca Do Inferno” que contém sete faixas.

O projeto Xei & Sons In Black é de autoria do produtor, compositor e vocalista Alexei Leão (Ex Stormental). O trabalho exibe uma roupagem a temas acústicos com uma aposta no instrumental diferenciado através de uma miscelânea de estilos.

A banda Escória é originária da cidade vizinha, Timbó e traz consigo desde 1991 um Punk Rock, cru com letras autorais mescladas a cover. A banda é formada por Davi (Bateria), Nilson (Vocal), Paul (Guitarra) e Valda (Baixo). Os músicos em 2015 gravaram o single “Vida Vulgar” e para esse ano pretendem preparar novas músicas.

Formada em 2008, a Fatal Encarnad é a prata da casa. O grupo possui influências de Morbid Angel, Cannibal Corpse, Entombed, Sarcofago e Sodom além de outros renomados grupos. A banda de Death Metal aposta na versatilidade, na agressividade de riffs e em letras que fomentam a temática comportamental.

Os cariocas da Cervical serão os sétimos a se apresentar. Com a junção do Hardcore, do Metal e do Crossover, os músicos têm em sua discografia, o álbum “Caminhos de Dor”, “Arquetipo” e canções como “Dar o Sangue” e a recente “Guerra”. Realmente a sonoridade traz resquícios céleres, sólidos e rápidos.

Uma das bandas mais destacadas atualmente do cenário brasileiro, a Affront volta para Santa Catarina. O grupo carioca foi formado em 2016 e logo no ano de estreia, difundiram “Angry Voices”, primeiro material autoral. A receptividade foi notória e a característica do Thrash/Death Metal deles propiciou alavancarem um som identitário, ríspido e coeso.

O Centro Oeste também tem seu representante, a Armum lida com o Death Metal oldschool com referências de Nile, Vader, Krisiun, Suffocation entre outros grupos. A banda fora formada em 2011 e possui a demo “Infernal Domain” divulgada em 2016.

Outro grupo a se exibir de forma com que a teatralidade possa ser um agente agregador ao espetáculo é a gaúcha Cartel da Cevada. Com 13 anos de estrada, a banda mescla a característica forte do estilo gauchesco, do rock setentista e de contos inusitados que complementam-se a um Rock n Roll com riff enfurecidos. Os músicos possuem dois discos lançados e um Ep para divulgação.

A imagem da morte resplandecerá o evento e a Imago Mortis entrará nos palcos como uma das headliners do fest de 2018. O grupo carioca carrega em sua bagagem 23 anos de carreira e com isso personifica a quantidade de materiais difundidos, são duas demos, quatro singles, um Ep e quatro full lengths com destaque para o novo “LSD” recentemente exposto. O Doom Metal característico, a filosofia, a literatura, o oculto e o esotérico entrarão em estado sinestésico em Indaial.

Uma das bandas mais influentes do Uruguai fará seu primeiro show em palcos catarinenses. Formada em 1998 a ReyToro tem suas músicas regadas a bebidas, política, drogas e cotidiano, os mesmos obtêm um live álbum três full lengths, o homônimo “ReyToro”, “ReyToro II” e “III”. Consequentemente com seu Heavy Metal, os uruguaios incendiaram o festival e exibirão a qualidade respectiva conhecida em toda a América do Sul.

Ás 21:00h o guitarrista Adriano Ribeiro da banda Khrophus e também um dos organizadores do festival fará seu casamento com Ana Cláudia com a presença dos metalheads e headbangers presentes. Em seguida terá o Baile Debutante.  Para a arte exalar nos âmbitos do River, Clara Domingues e Thiago Gonçalves farão um Recital Metal com muitas surpresas.




A atração mais esperada do fest traz seu peso na grandiosidade do nome. Formada em 1984, o Sepultura está cravado no Metal brasileiro. Fruto da capital mineira, o grupo conquistou palcos internacionais, angariando discos de ouro na França, Austrália e Estados Unidos. Com uma extensa discografia que conta com 17 álbuns, cinco Eps e quatro coletâneas, os músicos se encontram na turnê de “Machine Messiah”. Lançado em janeiro de 2017 pela renomada gravadora alemã Nuclear Blast, o último álbum dos músicos traz uma crítica a ascensão desenfreada da tecnologia. É claro, sem deixar para trás a mistura de Groove e Thrash Metal que consolidou o som da banda como algo tão particular.

O talentoso artista e compositor Heriberto Werner estará exibindo seu portfólio musical através do projeto Cadaveric Hotel. Com influências vastas e referências um tanto quanto díspar que vão desde o Grindcore até o Rockabilly, o músico estará mostrando todo o talento das suas músicas que ressaltam histórias de terror, ironias, cemitérios e protestos.

Para o festival ficar ainda mais vasto, é claro que não podia faltar o preciosíssimo Gothic Metal e a Save Our Souls de Porto Alegre- RS sabe executar muito bem. O grupo originou-se em 2006 e tem lançado em seus 12 anos de estrada, três materiais, o Ep “Find The Way”, o single “Soul Domination” e o disco “The Otherside” divulgado em 2015.

O encerramento da noite ficará com o duo Cassandra que carrega um esoterismo através de um som diferenciado, o instrumental é caracterizado por mesclas de Stoner, Dark Ambient e Metal Experimental além de agregar em suas composições, temática ímpar evidenciadas de forma catastrófica. O grupo já lançou uma demo ao vivo em 2014, e um Full Length intitulado “Antumbra”. O projeto é composto por Karine D’alessandre (Bateria) e Daniel Silveira (Vocal e Baixo).


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